O cinema fantástico possibilita uma série de brincadeiras visuais que em outros gêneros poderiam se tornar excessivas. O diretor paulistano Matheus Marchetti já havia mostrado, em filmes de baixo orçamento, um olhar criativo para a construção de imagens instigantes. O fantástico foi justamente sua escola.
2.5/10·Folha de S.Paulo